foi capturada por agentes norte-americanos durante uma operação de grande escala dos Estados Unidos que atingiu pontos estratégicos em Caracas e outras cidades venezuelanas. Nos bastidores do poder, ela é descrita como alguém com influência direta sobre decisões-chave do governo e sobre a composição da alta cúpula política.
Aos 66 anos, Flores ocupa desde 2016 uma cadeira na Assembleia Nacional, representando o estado de Cojedes. A relação com Nicolás Maduro começou ainda nos anos 1990, quando ela atuava como advogada do então líder chavista Hugo Chávez. O casamento só ocorreu em 2013, já com Maduro no centro do poder.
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Sua trajetória ganhou destaque após a participação na libertação de Chávez em 1994, depois da tentativa de golpe de 1992. Em 2002, durante nova crise política, voltou a exercer papel relevante, consolidando espaço no círculo mais restrito do governo. Ela integrou estruturas estratégicas da Revolução Bolivariana e participou de discussões sensíveis sobre a defesa do Palácio de Miraflores.
Flores também construiu carreira institucional. Foi procuradora-geral da República e, em 2006, tornou-se a primeira mulher a presidir o Legislativo, cargo que manteve por cinco anos. À frente da Assembleia, ficou conhecida por impor disciplina rígida para evitar divisões internas no Partido Socialista Unido da Venezuela.
De origem humilde e formada em Direito pela Universidade Santa María, sempre foi apresentada como símbolo de ascensão social dentro do chavismo. Ao longo dos anos, enfrentou acusações de nepotismo, que classificou como campanhas de difamação. Em 2015, dois sobrinhos foram presos nos Estados Unidos por tráfico de drogas e acabaram libertados no ano passado em uma troca de prisioneiros entre Washington e Caracas.
Créditos:> Mistérios do Mundo










