No Antigo Egito, as relações de incesto eram tratadas de maneira diferente em contextos dinásticos e religiosos.
Em geral, o incesto era permitido dentro da realeza, especialmente entre irmãos e entre irmãos e irmãs, com o objetivo de manter a pureza da linhagem real e garantir a continuidade do poder dinástico.
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O exemplo mais notável é o casamento entre irmãos, como o de Tutancâmon e sua irmã, Ankhesenamun, ou entre Osíris e Ísis, que tinha um significado sagrado.
Para os egípcios comuns, porém, o incesto não era tolerado da mesma maneira, e a prática era condenada.
O ato era associado a uma transgressão das normas sociais e familiares.
No entanto, o conceito de “incesto” no Egito antigo pode variar dependendo do contexto, com a prática sendo muitas vezes mais aceitável entre deuses e faraós devido à sua natureza divina.
Texto e organização:
✍🏻📜 Klaus Dante
Créditos: > Presente de Grego









